Exemplo da prática velada, porém visível de antissemitismo, antijudaismo, anti-israelismo e antissionismo, quem apoia também é cúmplice

 
FONTE CONSIDERADA:
https://cbn.globo.com/esporte/noticia/2026/02/06/publico-vaia-delegacao-de-israel-durante-desfile-de-abertura-dos-jogos-olimpicos-de-inverno-de-milao-cortina-2026.ghtml
 
PARÁGRAFOS DE DESTAQUE:
O ocorrido não pode ser dissociada do contexto geopolítico que o país está envolvido. Desde 7 de outubro de 2023, o grupo militante Hamas lançou um ataque em larga escala contra o território israelense, com milhares de foguetes lançados e incursões que deixaram cerca de 1.200 mortos e mais de 250 reféns levados a Gaza, segundo registro de órgãos internacionais.
Em resposta, o Estado de Israel declarou guerra ao Hamas e iniciou uma campanha militar na Faixa de Gaza com bombardeios aéreos, operações terrestres e um bloqueio quase total ao território. Essa ofensiva resultou em uma crise humanitária com dezenas de milhares de mortos -- a maioria civis palestinos --, deslocados internos e destruição de infraestrutura básica."
 
CONSIDERAÇÃO DO ASSUNTO:
Dou um exemplo aqui da prática velada, porém visível de antissemitismo, antijudaismo, anti-israelismo e antissionismo, por parte de um canal de notícias disponível na web hoje exatamente. Anexo link e dois parágrafos específicos. Crítica? Manipulação de informação para apoiar e defender parte de atitude social de caráter antissemita. O artigo ao endossar vaia de público contra delegação esportiva israelense, explica o contexto geopolítico sobre Israel e comunidade palestina de Gaza tipificando os ataques de 7 de outubro de 2023 do Hamas como mero ato militar tal qual ocorre entre Israel-Irã, Índia-Paquistão, Índia-China, EUA-Irã, EUA-Venezuela... Não foi e está mundialmente registrado pois se tratou de um genocídio direcionado simultaneamente contra milhares de pessoas desarmadas realizando festival de diversão dedicado à paz e bem estar incondicionais, assim como pessoas foram alvejadas, metralhadas, torturadas, estupradas, assassinadas e sequestradas para cativeiros onde viriam a serem praticados mais torturas, estupros e assassinatos, além de campanhas sistemáticas de opressão e desinformação. Em contrapartida as medidas militares do Estado de Israel foram e são anunciada bem como condicionadas a uma completa rendição, entrega, desarmamento nenhum tipo de agressão do grupo Hamas, todo tipo de apoiador sem esquecer que ao menos cerca de 75% dos palestinos de Gaza os apoiavam formalmente. Tampouco o artigo tem a decência de mencionar que tal grupo terrorista é apoiado por milhares de terroristas fundamentalistas do Líbano, Síria, Iraque, Iêmen, Irâ e que Israel teve de lidar mesmo quando não apoiado por EUA com tais de uma só vez para ao menos sobreviver pois ao contrário dos fundamentalistas  o ponto de Israel não é expansão militar, religiosa, ideológica  ou outra, seu ponto vital é sobrevivência. Se qualquer grupo ou pessoa da sociedade defende cruéis atos terroristas ou desumanos sobre qualquer pretexto é cúmplice e praticante  de tais.